quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Teatro

Um dia especial com o Príncipe Nabo

   Olá, eu sou a Matilde e hoje venho contar-vos, como passamos a manhã do dia 30 de novembro. Fomos assistir à peça de teatro “O Príncipe Nabo”.
   A sala estava cheia de crianças do 5º ano, empolgadas para ver o que as esperava.
   Acenderam-se as " luzes da ribalta " e tudo começou! 
   Apareceram as primeiras personagens, o cozinheiro e a empregada que falavam da princesa Beatriz, que era esquisita e que nenhum príncipe lhe agradava. O Marechal da Corte interveio naquela conversa e mandou-os ir trabalhar. 
   Apareceu então a educadora da princesa que entrou em conflito com o Marechal da Corte - pareciam o cão e o gato. Nesse momento, entrou na sala o rei que conhecia bem a sua filha e perguntou ao militar quantos pretendentes lhe tinha arranjado. Ele respondeu, com alguma vergonha, que tinha conseguido três. Os primeiros dois príncipes eram meninos do 5 B (o Francisco e o Marcelo) e o último era um príncipe rap, mas nenhum agradou a princesa, ainda insultou o último apelidando-o de “nabo”. Seu pai, muito irritado, ordenou que o primeiro homem que entrasse naquela sala iria casar com ela. De repente, entrou António, o músico, com quem casou e com quem foi viver para a aldeia.
  A vida dela mudou, tinha muitas tarefas e o seu marido queria que ela aprendesse a descascar batatas.
  A Beatriz decidiu meter a conversa em dia com a vizinha Sandra (professora de Português do 5°D). Quando António chegou a casa ela entregou-lhe a batata meia descascada, presa numa faca e atirou as culpas para a vizinha. Ele ficou irritado, mas quando falou com a vizinha mudou o seu humor.
  Mais tarde, António propôs a Beatriz que fosse ajudar os empregados do castelo a preparar o casamento do príncipe e pediu-lhe que trouxesse alguma comida. Ela lá foi.
  Quando se preparava para ir embora, foi abordada pelo bobo e pelo Marechal que descobriram que ela estava a roubar, mas eles não valorizaram.
  O príncipe regressou ao Castelo e surpreendeu toda gente dizendo que a sua princesa era a Beatriz.
  A princesa Beatriz nem queria acreditar que António, o músico, afinal era o príncipe rap, com quem ela casou.
  O teatro é uma forma de transmissão de emoções e de conhecimentos, tornando as histórias mais divertidas.
  Muitos parabéns a todos os atores do Teatro Educa, estavam muito bem vestidos, tinham um belo cenário e representaram maravilhosamente. Para além de nos animarem, ainda cantarolamos bastante...


" Foi por um triz que a princesa Beatriz não teve um final feliz..."






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